Arquivo do mês: maio 2008

Bullying

 Bullying é o tema que está sendo discutido  atualmente no blog Palavra Aberta. Os alunos assistiram ao um vídeo com reportagem sobre o assunto que está publicado no blog e leram  textos informativos sobre o tema. Em sala de aula, os professores de Português estimularam o debate e a busca de  mais informações. As turmas do 8º e 9º ano estão produzindo textos de opinião, paródias, poesias, entrevistas e dramatizações sobre o fenômeno Bullying, e os alunos do 6º e 7º ano utilizam o sistema de comentários do blog para também falar sobre o assunto e comentar os textos publicados.

O blog promove um intercâmbio entre alunos de escolas diversas e está aberto à novas participações. Em breve, teremos também a colaboração de uma escola colombiana.

 O site Yahoo Busca Educação divulgou assim:

“Colômbia e Brasil conversam sobre bullying

Notícia – O blog Palavra Aberta está com um novo projeto de colaboração com a Colômbia. A idéia é discutir com alunos do 6ª ao 9º ano sobre o tema Bullying, de acordo com a educadora e colaboradora do Yahoo! Busca Educação, Gládis Leal. “Na seqüência, falaremos sobre ciber bullying e assuntos relacionados ao mundo virtual”, contou Gládis.” http://br.buscaeducacao.yahoo.com/mt/

 

Visite o Palavra Aberta e deixe seu comentário para os alunos !

 

  fonte da imagem:http://www.cbc.ca/news/background/bullying/gfx/titlephoto.jpg
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Google Sites

 O Google sites permite a criação rápida e fácil de páginas que podem ser editadas por um grupo de pessoas. Um recurso interessante para  ser utilizado em cursos EAD e ou até mesmo em Congressos online, além de muitas outras aplicações.

Compartilhe informação com algumas pessoas, toda uma organização ou o mundo inteiro.

 

 http://sites.google.com

 

 

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O verdadeiro luxo

Não tem a ver com roupas de grife, mansões e diamantes. Muito menos é algo para poucos afortunados. Surpresa: o mapa dessa mina está mais próximo do que você imagina.

Por Marcia Bindo
Revista Vida Simples – 12/2007

Aquela poderia ser mais uma manhã como outra qualquer. Eis que o sujeito desce na estação do metrô. Vestindo jeans, camiseta e boné, encosta-se próximo à entrada, tira o violino da caixa e começa a tocar com entusiasmo para a multidão que passa por ali, bem na hora do rush matinal.

Mesmo assim, durante os 45 minutos que tocou, foi praticamente ignorado pelos passantes. Ninguém sabia, mas o músico era Joshua Bell, um dos maiores violinistas do mundo, executando peças musicais consagradas num instrumento raríssimo, um Stradivarius de 1713, estimado em mais de 3
milhões de dólares.

Alguns dias antes Bell havia tocado no Symphony Hall de Boston, onde os melhores lugares custam a bagatela de 1000 dólares.

A experiência, gravada em vídeo, mostra homens e mulheres de andar ligeiro, copo de café na mão, celular no ouvido, crachá balançando no pescoço, indiferentes ao som do violino. A iniciativa realizada pelo jornal The Washington Post era a de lançar um debate sobre valor, contexto e arte.

A conclusão: estamos acostumados a dar valor às coisas quando estão num contexto. Bell era uma obra de arte sem moldura. Um artefato de luxo sem etiqueta de grife.

Esse é um exemplo daquelas tantas situações que acontecem em nossas vidas que são únicas, singulares, e a que não damos a menor bola porque não vêm com a etiqueta de seu preço. A boa notícia é que pela primeira vez na história temos a chance – eu, você e quem mais quiser – de definir
o que tem valor real para nós, independentemente de marcas, preços e grifes. Não é mais um luxo o que o mercado diz que você deve ter, sentir, vestir ou ser.

O luxo se relativizou, cada indivíduo o percebe a seu modo. Quer ver?

Sabe quando você faz algo que lhe dá um prazer danado, mas que acontece aqui e ali, bem raramente, e que por isso mesmo traz uma sensação de felicidade que transborda só de pensar?

Pois a experiência única, que evoca esse estado de espírito, é o tal luxo para chamar de seu. “Ele ganhou um conceito mais flexível, que se desvincula do valor das cifras dos produtos e se aproxima das experiências subjetivas, um luxo emocional”, afirma o psicanalista Jorge Forbes.

Numa pesquisa rápida, descobri que, se para meu vizinho um luxo é chegar mais cedo do trabalho para cair na farra com os filhos, para a chefia é conseguir almoçar sossegado em casa e para a colega aqui ao lado é não ter hora para acordar – simplesmente um luxo!
objetos de luz
Essa não é a primeira vez que o luxo deixa de ser sinônimo de vida abastada, riqueza, extravagância e outros frufrus. Ele é tão antigo quanto a própria história da humanidade e em sua origem estava ligado aos rituais que as sociedades primitivas faziam para suas divindades. Acreditavam que iriam comover os deuses com coisas que não eram costumeiras, e que através dessas oferendas, danças e comidas especiais conseguiriam a luz para se orientar.
Esses objetos que extrapolavam o cotidiano, veja só, passaram a se chamar objetos de luz, objetos de luxo. “Antes de ser uma marca da civilização material, o luxo foi uma característica do ser humano em busca da transcendência, da sua não-animalidade”, diz o filósofo francês Gilles Lipovetsky, co-autor do livro O Luxo Eterno.
E foi assim até o fim da Idade Média. No início do Renascimento o luxo perde sua aura sagrada, ganhando ares materialistas.

LEMBRETE:

Perdemos muito tempo de nossas vidas na tentativa de parecer o que não somos e esquecemos de simplesmente ser. O verdadeiro luxo é SER, o verdadeiro lixo é não SER.

 

 fonte: http://planetasustentavel.abril.com.br/noticia/atitude/conteudo_262508.shtml

 

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Revista Educação & Tecnologia

” O CEFET-MG edita e publica semestralmente a Revista Educação & Tecnologia (E&T) , representando uma contribuição importante para a socialização dos saberes construídos no âmbito acadêmico tanto da própria instituição quanto de outras Instituições de Ensino e Pesquisa do país.

E&T tem por objetivo a publicação de textos sobre os seguintes conteúdos:

– pesquisa básica ou aplicada;
– desenvolvimento de processos e produtos;
– relato de experiências e propostas pedagógicas;
– desenvolvimento e implementação de projetos de ensino e de intervenção.

Revistas Eletrônicas:

Da primeira até a Revista V.5, N.1, estão disponibilizados somente o Sumário , Título, Autor(es), Resumo e Abstract .

A partir da Revista V.5, N.2, estão disponibilizados integralmente os textos completos em formato pdf.

Do ano de 2007 em diante, são publicados três exemplares por ano.”

Para ter acesso às publicações visite o endereço: http://www2.cefetmg.br/dppg/revista/index.html

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Dicas para um blog de sucesso

Estas dicas foram dadas por Robert & Maryam Scoble durante sua apresentação na Convenção de Negócios para Blogs, em Seatle. A partir de agora não há mais desculpas para não criar um blog atrativo e interessante.

1. Blogue porque você quer blogar .

2. Leia outros blogs – cada pessoa tem um estilo diferente de blogar. Escolha um estilo lendo outros blogs, descubra o que lhe atrai e aprecie a leitura.

3. Escolha um nicho que possa desenvolver (e seja diferente) .

4. Conecte-se a outros blogs.

5. Admita seus erros.

6. Escreva bons títulos.

7. Adicione outras mídias: imagens, sons, vídeos.

8. Tenha voz ativa – blogar exige paixão e autoridade. O que exclui muita gente.

9. Saia da blogosfera, relacione-se com o maior número possível de pessoas.

10. Promova-se.

11. Escreva bem – seja criativo e diferenciado.

12. Exponha-se.

13. Ajude outras pessoas a blogar – compartilhe o que você aprendeu .

14. Mantenha contato com os visitantes – não seja medroso.

15. Mantenha sua integridade – “você é o que aparenta ser” .

http://blog.stewtopia.com/2006/10/27/the-scobles-10-ways-to-a-killer-blog/
Fonte da imagem: http://www.thinkgeek.com

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Ponto de Encontro conectando educadores

A matéria a seguir, no site Microsoft Educação, fala sobre a interação entre professores que participam de comunidades virtuais. Tenho feito grandes amigos e parceiros de trabalho através das comunidades, entre eles a professora Vanessa  Nogueira, que já participou com seus alunos do blog Palavra Aberta.

“Vanessa Nogueira é professora de informática e trabalha com alunos da Educação Infantil à sétima série em Santa Maria, cidade localizada no Rio Grande do Sul. Um pouco distante dali, em Joinville, Santa Catarina, encontra-se Gladis Leal, professora responsável pelo curso de informática educacional para alunos do Ensino Fundamental.

Mais de 800 quilômetros separam as educadoras que, há exatos sete anos, trabalham com o uso da tecnologia em sala de aula. Algum tempo atrás, toda essa distância seria um empecilho para as duas trocarem suas idéias, experiências e material. Hoje, a situação já bem diferente.

Em junho de 2007, foi criado o Portal Ponto de Encontro, com o objetivo de promover a troca de experiências entre professores e demais profissionais de educação. Uma parceria entre Microsoft e Fundação Victor Civita, o ambiente colaborativo oferece não só material didático e teórico, mas principalmente a possibilidade de que educadores de diferentes locais do Brasil interajam e compartilhem os mesmo interesses. Como tudo isso é possível? Por meio das comunidades virtuais.”

Continue lendo a matéria aqui.

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SLOW DOWN OU JUST IN TIME???

Ontem, falei aqui sobre a falta de tempo e, hoje, recebo por e-mail o texto abaixo de autor desconhecido. Não é um texto recente, já está circulando na internet há algum tempo, mas gostei da reflexão.

Já vai para 16 anos que estou aqui na Volvo, uma empresa sueca. Trabalhar com eles é uma convivência, no mínimo, interessante. Qualquer projeto aqui demora dois anos para se concretizar, mesmo que a idéia seja brilhante e simples. É regra. Então, nos processos globais, nós (brasileiros, americanos, australianos, asiáticos) ficamos aflitos por resultados imediatos, uma ansiedade generalizada. Porém, nosso senso de urgência não surte qualquer efeito neste prazo. Os suecos discutem, discutem, fazem “n” reuniões, ponderações. Trabalham num esquema bem mais “slow down”. O pior constatar que, no final, acaba sempre dando certo no tempo deles com a maturidade da tecnologia e da necessidade: bem pouco se perde aqui.

E vejo assim:

1. O país é do tamanho de São Paulo
2. O país tem 2 milhões de habitantes;
3. Sua maior cidade, Estocolmo, tem 500.000 habitantes (compare com Curitiba, que tem 2 milhões);
4. Empresas de capital sueco: Volvo, Scania, Ericsson, Electrolux, ABB, Nokia, Nobel Biocare… Nada mal, não?
5. Para ter uma idéia, a Volvo fabrica os motores propulsores para os foguetes da NASA.

Digo para os demais nestes nossos grupos globais: os suecos podem estar errados, mas são eles que pagam muitos dos nossos salários.

Entretanto, vale salientar que não conheço um povo, como povo mesmo, que tenha mais cultura coletiva do que eles. Vou contar para vocês uma breve só para dar noção. A primeira vez que fui para lá, em 90, um dos colegas suecos me pegava no hotel toda manhã. Era setembro, frio, nevasca. Chegávamos cedo na Volvo e ele estacionava o carro bem longe da porta de entrada (são 2.000 funcionários de carro).

No primeiro dia não disse nada, no segundo, no terceiro… Depois, com um pouco mais de intimidade, numa manhã, perguntei:
“Você tem lugar demarcado para estacionar aqui? Notei que chegamos cedo, o estacionamento vazio e você deixa o carro lá no final.”
Ele me respondeu simples assim: “É que chegamos cedo, então temos tempo de caminhar – quem chegar mais tarde já vai estar atrasado, melhor que fique mais perto da porta. Você não acha?”
Olha a minha cara! Ainda bem que tive esta na primeira. Deu para rever bastante os meus conceitos.

Há um grande movimento na Europa hoje, chamado Slow Food. A Slow Food International Association – cujo símbolo é um caracol, tem sua base na Itália (o site, é muito interessante. Veja-o!). O que o movimento Slow Food prega é que as pessoas devem comer e beber devagar, saboreando os alimentos, “curtindo” seu preparo, no convívio com a família, com amigos, sem pressa e com qualidade.

A idéia é a de se contrapor ao espírito do Fast Food e o que ele representa como estilo de vida em que o americano endeusificou.

A surpresa, porém, é que esse movimento do Slow Food está servindo de base para um movimento mais amplo chamado Slow Europe como salientou a revista Business Week numa edição européia. A base de tudo está no questionamento da “pressa” e da “loucura” gerada pela globalização, pelo apelo à “quantidade do ter” em contraposição à qualidade de vida ou à “qualidade do ser”.

Segundo a Business Week, os trabalhadores franceses, embora trabalhem menos horas (35 horas por semana) são mais produtivos que seus colegas americanos ou ingleses. E os alemães, que em muitas empresas instituíram uma semana de 28,8 horas de trabalho, viram sua produtividade crescer nada menos que 20%.

Essa chamada “slow atitude” está chamando a atenção até dos americanos, apologistas do “Fast” (rápido) e do “Do it now” (faça já).
Portanto, essa “atitude sem-pressa” não significa fazer menos, em ter menor produtividade.

“Significa, sim, fazer as coisas e trabalhar com mais “qualidade” e produtividade” com maior perfeição, atenção aos detalhes e com menos “stress”.

Significa retomar os valores da família, dos amigos, do tempo livre, do lazer, das pequenas comunidades, do “local”, presente e concreto em contraposição ao “global” – indefinido e anônimo.

Significa a retomada dos valores essenciais do ser humano, dos pequenos prazeres do cotidiano, da simplicidade de viver e conviver e até da religião e da fé.

Significa um ambiente de trabalho menos coercitivo, mais alegre, mais “leve” e, portanto, mais produtivos onde seres humanos, felizes, fazem com prazer, o que sabem fazer de melhor.

Gostaria que você pensasse um pouco sobre isso…
Será que os velhos ditados “Devagar se vai ao longe” ou ainda “A pressa é inimiga da perfeição” não merecem novamente nossa atenção nestes tempos de desenfreada loucura?

Será que nossas empresas não deveriam também pensar em programas sérios de “qualidade sem-pressa” até para aumentar a produtividade e qualidade de nossos produtos e serviços sem a necessária perda da “qualidade do ser”?

No filme “Perfume de Mulher”, há uma cena inesquecível, em que um personagem cego, vivido por Al Pacino, tira uma moça para dançar e ela responde:

“Não posso, porque meu noivo vai chegar em poucos minutos.”
“Mas em um momento se vive uma vida” – responde ele, conduzindo-a num passo de tango. E esta pequena cena é o momento mais bonito do filme.

Algumas pessoas vivem correndo atrás do tempo, mas parece que só alcançam quando morrem enfartados, ou algo assim. Para outros, o tempo demora a passar; ficam ansiosos com o futuro e se esquecem de viver o presente, que é o único tempo que existe.

Tempo todo mundo tem, por igual! Ninguém tem mais nem menos que 24 horas por dia. A diferença é o que cada um faz do seu tempo.

Precisamos saber aproveitar cada momento, porque, como disse John Lennon:

“A vida é aquilo que acontece enquanto fazemos planos para o futuro”…

Parabéns por ter lido até o final!

Muitos não lerão esta mensagem até o final, porque não podem “perder” o seu tempo neste mundo globalizado.

Pense e reflita, até que ponto vale a pena deixar de curtir sua família. De ficar com a pessoa amada, ir pescar no fim de semana ou outras coisas…

Poderá ser tarde demais!

Saber aprender para sobreviver…

Dica do leitor: “Conheça o site do Slow Food Brasil no texto de vocês? O site é http://www.slowfoodbrasil.com

Afinal, é um ótimo site em português para se ter mais informações sobre o Slow Food”

fonte da imagem: http://notasaocafe.files.wordpress.com

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