Arquivo do mês: setembro 2009

Entrevista com Manuel Castells

“En términos de liderazgo cultural y político estamos en una época en que los flujos de información a través del espacio de internet y del espacio de la comunicación se convierten en el ámbito dominante. El problema que puede suceder es que a veces los ciudadanos, como personas, quedan fuera de ese espacio. Al mismo tiempo, los ciudadanos que siguen viviendo en sus barrios, en su ciudad, sin conectarse a Internet -que es donde se genera la cultura global y donde se decide económica y políticamente su destino- quedan totalmente desconectados. Así pues, lo más importante en este tipo de sociedades es conectar lo global con lo local. Es lo que yo llamo conectar el espacio de los flujos con el espacio de los lugares, y en este sentido, las ciudades que consiguen conectar ambos y que tienen un liderazgo en términos de intervención en el espacio global, pero en beneficio de los ciudadanos que representan, son las ciudades que se situarán como líderes de nuevas formas de vida. ¿Esto tiene implicación económica? Pues en cierto sentido sí, porque los ciudadanos que sigan informados, que estén articulados con las nuevas tecnologías y que al mismo tiempo mantengan su cultura y su ciudadanía son aquellos que serán más capaces de producir conocimiento, información y, en último término, valor en una economía de la información y del conocimiento. Es decir, lograr que coincida lo que es necesario hacer tecnológicamente, con lo que es necesario hacer social y políticamente y con lo que es necesario hacer económicamente. El problema es que, para poder disfrutar de esa suerte, hay que saber vincular los tres aspectos. Es algo muy difícil, por esto las ciudades que sean capaces de hacerlo serán líderes.”

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Fonte: http://www.eduwilliam.com/?p=217

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Primavera

Estamos na primavera. É o que nos informa o calendário. Será? Não é o que vejo pela janela. Chove forte lá fora e o frio do inverno insiste em aparecer nas manhãs e finais de tarde. A cidade continua castigada pela chuva forte, a meteorologia confirma: vai continuar a chover…
Essas dias fez sol e a folhagem que coloquei em frente ao apartamento floresceu. Linda! Tirei as fotos abaixo e publico agora junto ao texto de Cecília torcendo para que a Primavera chegue logo por aqui.

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Primavera

Cecília Meireles


A primavera chegará, mesmo que ninguém mais saiba seu nome, nem acredite no calendário, nem possua jardim para recebê-la. A inclinação do sol vai marcando outras sombras; e os habitantes da mata, essas criaturas naturais que ainda circulam pelo ar e pelo chão, começam a preparar sua vida para a primavera que chega.

Finos clarins que não ouvimos devem soar por dentro da terra, nesse mundo confidencial das raízes, — e arautos sutis acordarão as cores e os perfumes e a alegria de nascer, no espírito das flores.

Há bosques de rododendros que eram verdes e já estão todos cor-de-rosa, como os palácios de Jeipur. Vozes novas de passarinhos começam a ensaiar as árias tradicionais de sua nação. Pequenas borboletas brancas e amarelas apressam-se pelos ares, — e certamente conversam: mas tão baixinho que não se entende.

Oh! Primaveras distantes, depois do branco e deserto inverno, quando as amendoeiras inauguram suas flores, alegremente, e todos os olhos procuram pelo céu o primeiro raio de sol.

Esta é uma primavera diferente, com as matas intactas, as árvores cobertas de folhas, — e só os poetas, entre os humanos, sabem que uma Deusa chega, coroada de flores, com vestidos bordados de flores, com os braços carregados de flores, e vem dançar neste mundo cálido, de incessante luz.

Mas é certo que a primavera chega. É certo que a vida não se esquece, e a terra maternalmente se enfeita para as festas da sua perpetuação.

Algum dia, talvez, nada mais vai ser assim. Algum dia, talvez, os homens terão a primavera que desejarem, no momento que quiserem, independentes deste ritmo, desta ordem, deste movimento do céu. E os pássaros serão outros, com outros cantos e outros hábitos, — e os ouvidos que por acaso os ouvirem não terão nada mais com tudo aquilo que, outrora se entendeu e amou.

Enquanto há primavera, esta primavera natural, prestemos atenção ao sussurro dos passarinhos novos, que dão beijinhos para o ar azul. Escutemos estas vozes que andam nas árvores, caminhemos por estas estradas que ainda conservam seus sentimentos antigos: lentamente estão sendo tecidos os manacás roxos e brancos; e a eufórbia se vai tornando pulquérrima, em cada coroa vermelha que desdobra. Os casulos brancos das gardênias ainda estão sendo enrolados em redor do perfume. E flores agrestes acordam com suas roupas de chita multicor.

Tudo isto para brilhar um instante, apenas, para ser lançado ao vento, — por fidelidade à obscura semente, ao que vem, na rotação da eternidade. Saudemos a primavera, dona da vida — e efêmera.


Fonte: http://www.releituras.com/cmeireles_primavera.asp

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Blogs de escolas

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Várias escolas da Rede Municipal de Ensino de Joinville já tem seus blogs e os utiliza para divulgar projetos, atividades, eventos escolares e também  como recurso pedagógico nas várias disciplinas. No entanto,  estas eram iniciativas próprias de cada unidade escolar,  encabeçadas pelos professores-coordenadores de sala informatizada.
Neste segundo semestre,  esta realidade começa a se modificar. As escolas e CEIs ingressam na blogosfera formalmente. Por solicitação da Gerência de Ensino da Secretaria Municipal de Educação todas as unidades escolares devem ter o seu blog. Por isso, estamos ministrando o curso de blogs para  os professores que serão responsáveis pela criação e manutenção dos blogs das escolas juntamente com o corpo administrativo garantindo, assim, a continuidade do trabalho.
O curso tem duração de dezesseis horas, distribuídas em quatro dias, e conta com a participação de aproximadamente 100 professores divididos em três turmas.  O primeiro dia foi dedicado ao estudo teórico e reflexões a respeito das possibilidades de uso dos blogs no contexto educacional e, ainda, à visitação a vários blogs para que os professores tivessem um visão geral  e se familirizassem com o novo ambiente.
O blog http://cursoinformaticaeducacional.blogspot.com serve como apoio aos cursistas. Nele estão sendo postadas algumas atividades, material de consulta e indicação de sites.

Apresentação sobre blogs para a oficina do I Semi more

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Edição de vídeos com software livre

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A edição de setembro da revista Espírito Livre traz como matéria de capa a matéria sobre edição de vídeos utilizando softwares livres.
“Para reforçar o tema são apresentadas nesta edição duas entrevistas. Giuseppe Torelli e Tadej Borovšak, desenvolvedores do Imagination, falam do software de geração de vídeo a partir de imagens. Já Richard Spindler, criador do Open Movie Editor, fala sobre o software e como trabalhar com vídeo. Vj pixel também participou da redação de uma matéria interessante sobre Open Video e Sinara Duarte apresenta ainda diretrizes para se trabalhar com vídeos em sala de aula. Flávia Jobstraibizer continua a falar sobre o PHPBoleto e Walter Capanema também desdobra outros aspectos jurídicos sobre Spam. Alexandre Oliva relata uma feliz experiência com um netbook Yeeloong, com sua tela de 9′ e um eficiente processador.”

Faça o download da revista aqui.

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Escola também é lugar de rádio

O rádio apesar de ser uma mídia de fácil acesso e baixo custo ainda é muito pouco explorado na escola. No curso de formação continuada Criação de Podcasts na Escola fiz a seguinte pergunta aos professores: Quem utiliza ou já utilizou rádio na sala de aula ou sabe de algum colega que  use este recurso com os alunos? A primeira resposta referiu-se aos professores de Inglês que costumam usar o rádio para trabalhar músicas com os alunos, mas aqui houve uma confusão com relação ao uso do aparelho e não da mídia. Desfeito o equívoco, a maioria foi unânime em afirmar que nunca havia feito uso pedagógico do rádio, mas alguns relataram que já propuseram atividades aos alunos em que estes tiveram que ouvir algum programa para um debate posterior em sala de aula. Neste caso, os alunos continuam como meros receptores de conteúdo: muda o meio, mas não muda a prática. O que se propõe com a criação de programas de rádio web na escola é que os alunos passem a exercer o protagonismo, exercitando a autoria, a autonomia e  a criatividade através da elaboração e publicação programas de rádio na web.
A produção de podcasts no espaço escolar abre um leque grande de possibilidades educacionais, aproximando alunos e professore. O custo de produção e manutenção é praticamente inexistente, pois há vários serviços grátis para publicação de podcasts. Os programas são produzidos a partir de um computador com acesso à internet e podem ser baixados e ouvidos várias vezes. Além disso, são necessários um microfone e um programa para edição de áudio, como o Audacity, que é livre.
Toda a produção dos programas pode ser feita pelos alunos: da definição das pautas e escrita do roteiro à edição final e publicação na rede.
A rádio web escolar abre  espaço para a divulgação e valorização da produção dos alunos, dos professores e da comunidade. Os alunos podem gravar entrevistas com outros alunos, com pessoas da comunidade, professores ou convidados especiais sobre os mais diversos assuntos e  também divulgar seus talentos artísticos. Quantos de nossos alunos cantam, tocam algum instrumento, escrevem textos, músicas ou poesias que nunca ouvimos? As gravações podem, ainda, contemplar os assuntos curriculares tanto por parte dos alunos como dos professores. Que tal um plantão tira-dúvidas ou um espaço de dicas dos professores e até de revisão de matérias dentro da programação da rádio?

A escolha das músicas também é importante, pois traz à tona discussões sobre direitos autorais e Creative Commons. Apesar de podermos enfrentar alguma resistência dos alunos com relação às músicas que eles não conhecem, encontramos aí uma oportunidade de ampliar-lhes o conhecimento para artistas que disponibilizam seus trabalhos na rede. A rádio web escolar também pode ser um canal de divulgação e valorização dos artistas locais.

Assim como os blogues, as páginas de publicação de podcasts permitem a participação do ouvinte através do sistema de comentários ou ainda por meio de gravações de áudio. Dessa forma, não só os alunos mas também os pais e todos os visitantes tem acesso aos conteúdos publicados e podem interagir ajudando na construção dos programas  com suas opiniões, dúvidas, críticas ou sugestões fazendo com que a  rádio web escolar seja mais um espaço de comunicação e de aprendizagem colaborativa em que o antigo modelo de distribuição radiofônica um-para-todos seja substituído pelo modelo todos-para-todos.

Abaixo alguns momentos dos professores em ação durante o curso:

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