Arquivo do mês: abril 2012

Começa o Prêmio Fundação Telefônica de Inovação Educativa

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Estimai@s docentes:

Mais um ano Fundação Telefônica continua apostando por premiar àqueles professores que fomentam o desenvolvimento dos seus alunos através das novas tecnologias com o objetivo de impulsionar uma mudança metodológica real na aula. Em 2012, o Prêmio Fundação Telefônica de Inovação Educativa orientado a docentes e alunos de todo mundo para animá-los a que participem em um projeto que é, além de um reconhecimento, uma enorme comunidade de aprendizagem.

A partir do dia 9 de abril até 20 de maio o período de inscrição estará aberto. Para inscrever-se não espere mais e clique aqui.

É importante que durante este período não se esqueça de elaborar a Memória Pedagógica do seu projeto. No site oficial do Prêmio (www.educared.org/premionternacional) você pode conferir os requisitos de participação e resolver as suas dúvidas.Também poderá manter-se informado de todas as novidades em relação ao Prêmio e entrar nos espaço de trabalho e aprendizagem.

Entre em contato com o escritório do Prêmio para qualquer dúvida ou veja os canais habituais: Facebook, Twitter y Google+. Além disso, você pode falar conosco através do correio electrónico premiointernacional@educared.org ou ligando ao 34.981.975.621 ou 34.902.103.286 nosso horário de atenção 09.00 a 18.00 (hora espanhola).

Animamos a que participe e lembre-se que neste concurso aprender é compartilhar.

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18/04/2012 · 10:04 AM

Formação de professores e as TIC – entrevista

Primeira parte da entrvista para o Conexão Zuggi. http://conexaozuggi.com.br/

BY  EQUIPE_ZUGGI

 – MARCH 29, 2012


No “Zuggi Entrevista” de hoje conversamos com Gládis Leal dos Santos – Supervisora de Tecnologias na Educação da Secretaria Municipal de Educação de Joinville, Tutora de cursos EAD. Nesta primeira parte, Gládis nos fala sobre o papel ativo na formação dos professores, as principais dificuldades e se a tecnologia pode mudar o modelo atual. Confiram abaixo:

   

1- Sabemos que você tem um papel ativo na formação de professores em tecnologia educacional. Você acredita que houve ou precisa haver uma mudança no papel do professor nesta Era da Tecnologia?

As mudanças ou avanços potencializados pelas novas tecnologias em todos os setores da sociedade são claramente visíveis. Estão presentes em nosso dia-a-dia quando utilizamos um caixa eletrônico, quando vamos às compras e pagamos com o cartão de crédito, no supermercado, no posto de gasolina, nos celulares cada vez mais avançados, na forma como nos relacionamos com as pessoas através das redes sociais, na rapidez com que as notícias de todos os cantos do mundo chegam até nós praticamente em tempo real através de vídeos feitos com celulares pelos cidadãos comuns, testemunhas oculares de eventos naturais, políticos, religiosos e tantos outros.
Se tudo a nossa volta está em constante transformação assim como o modo como as pessoas, hoje, interagem utilizando as mais diversas tecnologias, não é possível que a escola e o professor ignorem esta realidade. De certa forma, corremos o risco de vermos nossas escolas marginalizadas se insistirem em repetir apenas o modelo industrial de transmissão de conteúdos, enquanto nos locais de trabalho, nas comunidades, em casa e em todas as partes, as pessoas utilizam as modernas tecnologias de informação e comunicação que vão rapidamente abrangendo todas as camadas sociais.
É preciso que nós, professores, repensemos nosso papel diante de tantas e tão rápidas transformações. As crianças, hoje, não têm mais no professor a única fonte de conhecimento e o modo como aprendem também não é mais o mesmo. A tecnologia pode fornecer acesso a outras fontes que vão além da sala de aula e dos livros didáticos. O modelo professor-ensina/aluno-aprende (?) memoriza e repete, já não faz sentido para esta geração que interage através da rede. Estes alunos devem ser desafiados e estimulados a construírem novos conhecimentos tendo o professor como orientador, aquele que indica o caminho, que questiona, instiga e ajuda os alunos a descobrirem novas possibilidades, a formularem novas questões de interesse a respeito de um assunto proposto inicialmente.
Isto não significa que o papel do professor tenha de mudar radicalmente. Professor sempre será professor, sempre terá seu lugar na vida do aluno. E ele pode se tornar um facilitador da aprendizagem incorporando a sua prática pedagógica diversas estratégias e recursos tecnológicos que auxiliem a aprendizagem dos alunos, alternando com momentos em que trabalhará os conteúdos de forma “tradicional”. Não podemos radicalizar e achar que o ideal é que tudo parta do interesse do aluno e que o uso das TIC garantirá a efetiva aprendizagem. É importante saber equilibrar o uso dos recursos mais adequados a cada situação e a escolha da metodologia a ser utilizada é de competência do professor.
Tudo na vida se transforma e se adequa às necessidades e ao momento histórico. O mesmo está acontecendo com o papel do professor.

2 – Quais são as principais dificuldades dos professores com a utilização das TICs em sala de aula? E como você acredita que elas poderiam ser solucionadas?

Durante os nove anos em que trabalhei como professora de Sala de Informática Pedagógica e, nos últimos três anos, como formadora, tenho constatado claramente que a grande dificuldade é falta de habilidade no uso das TIC e, consequentemente, o desconhecimento de suas potencialidades como aliadas ao processo de ensino e de aprendizagem. Um professor que não tem uma conta de e-mail ou que não acessa a internet para uso pessoal, não percebe as possibilidades pedagógicas destes recursos. Vejamos um exemplo bem simples: se o professor pedir que os alunos lhe enviem por e-mail um texto produzido em sala, digitado num editor de texto e ilustrado com fotos tiradas com os celulares sobre um passeio de estudo para publicar no blog da turma, o envolvimento dos alunos será naturalmente maior do que se o mesmo trabalho for solicitado por escrito, numa folha de papel almaço, ilustrado a mão ou com figuras recortadas de uma revista. Há uma diferença entre produzir seu próprio material: fotografar, filmar, gravar, entrevistar, digitar, editar e socializar ou apenas reproduzir o que já está pronto e entregar ao professor para avaliação.
Se a formação dos professores continuar a prepará-los como sempre fez, sem levar em conta que as tecnologias fazem parte da vida e, portanto, precisam fazer parte da escola, os professores chegarão às escolas despreparados para lidar com esta realidade. É preciso prepara-los de forma diferente para que pensem em como proporcionar aos alunos uma aprendizagem em rede, extrapolando os limites da sala de aula. As TIC abrem as portas para o mundo, permitindo aos alunos o acesso a bibliotecas, a estudantes e professores de qualquer lugar do planeta com os quais podem desenvolver projetos em parceria.
Por outro lado, os cursos de formação continuada docente têm sido cada vez mais, ofertados pelas instituições públicas e particulares aos professores numa tentativa de suprir as deficiências de sua formação inicial. Estes cursos são importantes, os professores sentem-se mais valorizados, trocam experiências, aprendem e voltam à escola com novas ideias e mais seguros para utilizar as TIC.
Mas isso só não basta. Não adianta oferecer cursos e mais cursos a professores que são mal remunerados e que, para receber um salário razoável, ministram 40 a 60h/aula semanais. Estudo e atualização constante também devem partir da iniciativa do professor, mas exigem tempo, dedicação e condições de trabalho apropriadas.

3- Você acredita que a tecnologia pode ou deve mudar o modelo de escola atual?

Acho que já está acontecendo uma evolução natural e gradativa no modelo de escola atual e as tecnologias têm um papel importante como aceleradoras desse processo. Mudar o que já está estabelecido não é tarefa fácil e nem acontecerá de uma hora para outra. Não basta equipar as escolas com os recursos tecnológicos mais avançados sem investir em formação docente e nem repensar a organização curricular, temporal e espacial da escola. Através de sua integração em todos os currículos é que o potencial das TIC será efetivamente aproveitado, favorecendo as mudanças necessárias nos diversos níveis de ensino.

Fiquem ligados,  nas próximas semanas postaremos a Parte 2 da entrevista.

Um abraço.

Fonte: http://conexaozuggi.com.br/?p=1972

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Concurso para jovens pianistas

Telefônica lança concurso para pianistas entre 7 e 14 anos. “O vencedor irá se apresentar juntamente com o pianista Lang Lang  e um grupo de crianças do mundo inteiro em um concerto único, no dia 15 de junho, no O2 World Berlin. O prêmio inclui uma viagem para para duas pessoas (a criança e um dos pais, ou responsável), por quatro dias onde poderá ensaiar e desfrutar de atividades super legais, preparadas para as crianças vencedoras provenientes de todos os países participantes deste concurso internacional.”

Saiba tudo sobre o concurso no hotsite: https://www.langlangberlin.telefonica.com

” Considerado pelo New York Times como o “principal artista no mundo da música clássica atualmente”, e pela revista Time como “uma das cem personalidades mais influentes do mundo”, pode-se dizer que Lang Lang é muito mais do que um pianista.

Esse músico chinês, nascido em Shenyang em 1982, é um modelo de superação pessoal para milhares de jovens. A fama do pianista ultrapassou o campo da música clássica e ele possui milhões de fãs, representando a nova imagem da China num mundo aberto e interconectado, onde sua principal aliada é a tecnologia.

A relação entre a Telefônica e o pianista começou em 2011. Lang Lang transformou o cenário musical, apoiando-se em uma série de valores que ele compartilha com a Telefônica, como a transformação do mundo por meio do talento, a inovação e o compromisso social, colaborando com jovens talentos musicais no mundo todo.”

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