Arquivo do mês: setembro 2015

Campanha “Eu valorizo o Professor”

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A Cortez Editora está com uma Campanha de Valorização dos Professores: a proposta é fazer imagens personalizadas, com a foto e a profissão das pessoas,  para que elas possam postar nas redes sociais o quanto valorizam o papel dos educadores em suas trajetórias.

Veja aqui há alguns exemplos das artes feitas.

Você quer uma imagem como essa? Basta enviar a sua foto com sua profissão (ou formação) para: comunicacao@cortezeditora.com.br

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Blog: para aprender e ensinar

entrevista

revista.

Recebi o PDF da edição atual da Revista Presença Pedagógica da qual concedi entrevista para a matéria .Vai aí um print de parte do material já que não está disponível online no site da revista ainda.

“Ao longo de seus 20 anos, a revista Presença Pedagógica, da Editora Dimensão, construiu uma trajetória única no segmento de periódicos especializados em educação. Publica textos que apresentam multiplicidade de concepções pedagógicas e que ampliam o universo de referências dos leitores. A revista estimula o debate sobre os desafios da educação no mundo contemporâneo e promove o diálogo entre a universidade e a educação básica.

Com um Conselho Editorial formado por educadores e pesquisadores de universidades de diversas regiões do País, Presença Pedagógica busca contribuir para a formação do professor e para a melhoria da educação pública brasileira.

De 2012 a 2014, Presença Pedagógica fez parte do PNBE Periódicos, Programa Nacional Biblioteca da Escola, iniciativa do MEC para distribuir revistas em escolas públicas do País.

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MEC busca experiências inovadoras na educação básica

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Chamada pública pretende mapear escolas, comunidades ou organizações educativas com características inovadoras e criativas

por Marina Lopes 9 de setembro de 2015

O MEC (Ministério da Educação) está em busca de experiências que rompem com os padrões tradicionais de ensino. Até 23 de outubro, estão abertas as inscrições daChamada Pública para Inovação e Criatividade na Educação Básica, que pretende mapear e caracterizar as intervenções que acontecem em nível local, por iniciativa de escolas, comunidades ou organizações educativas.

Com o objetivo de criar bases para uma política pública de fomento à inovação e à criatividade na educação, a chamada pública irá fazer o mapeamento de experiências espalhadas pelo país. “Pretendemos conhecer onde está acontecendo a inovação na educação básica no Brasil e o perfil dessa inovação”, explica a socióloga Helena Singer, assessora especial do ministro Renato Janine.

Sem a pretensão de ter um cunho de premiação, todas as organizações que forem identificadas pelos MEC como inovadoras serão reconhecidas e divulgadas, independente da quantidade de experiências inscritas na chamada. Podem participar escolas públicas ou privadas de educação básica, instituições educacionais comunitárias, filantrópicas e confessionais, além de associações, organizações sociais e organizações da sociedade civil que atuam no campo da educação.

A chamada pública integra uma das ações do Programa de Estímulo à Criatividade na Educação Básica, criado pelo MEC para fomentar a criatividade e inovação na educação básica. O programa trabalha com frentes de atuação voltadas para sete objetivos específicos: criação de referências, mapeamento e sistematização, fortalecimento de organizações, ampliação das experiências, ampliação da demanda social, formação de educadores e orientação de políticas públicas.

De acordo com Singer, a iniciativa ajuda a fortalecer uma rede nacional em favor da inovação, que também inclui grupos de trabalho voltados para a identificação de práticas inovadoras e criativas. No total são 8 GTs regionais (São Paulo, Centro Oeste, Minas Gerais, Nordeste 1, Nordeste 2, Norte, Rio de Janeiro e Espírito Santo e Sul), além de um GT nacional composto por lideranças no campo da educação. O mapeamento pretende criar novas referências para a educação básica brasileira.

Para caracterizar as organizações como inovadoras e criativas, a chamada pública leva em consideração cinco critérios: gestão, currículo, ambiente, método e articulação com outros agentes. “Vamos reconhecer todas as organizações que praticam inovação segundo esses critérios”, diz a assessora especial.

A gestão de uma organização considerada inovadora e criativa precisa estar pautada por um projeto político-pedagógico baseado na corresponsabilização. O currículo deve ser voltado para o desenvolvimento integral dos indivíduos, além de considerar a sustentabilidade e apresentar estratégias para a produção de conhecimento e cultura.

Enquanto o ambiente físico proporciona a exploração e a convivência com as diferenças, essas instituições devem estimular estratégias pedagógicas que reconhecem o estudante como protagonista da sua aprendizagem. Segundo o regulamento da chamada pública, as instituições também precisam trabalhar com ações intersetoriais e em rede, envolvendo a comunidade.

Após identificadas as inovações, elas serão divulgadas e georreferenciadas em uma mapa da inovação no país. Em uma primeira etapa, as experiências serão compartilhadas a fim de serem aproximadas de universidades, empresas e secretarias de educação. “Em uma fase posterior, esperamos reconhecer quais são as maiores dificuldades que essas instituições enfrentam e quais são as suas maiores potencialidades”, conta, ao mencionar que a partir dessa identificação será

construir políticas públicas que ajudam a valorizar os pontos fortes dessas organizações.

Para participar, as escolas e organizações devem responder um questionário pelo site http://siscriatividade.mec.gov.br. O resultado da chamada pública deve ser divulgado em dezembro.

Fonte:http://porvir.org/mec-busca-experiencias-inovadoras-na-educacao-basica/

sível construir políticas públicas que ajudam a valorizar os pontos fortes dessas organizações.

Para participar, as escolas e organizações devem responder um questionário pelo site http://siscriatividade.mec.gov.br. O resultado da chamada pública deve ser divulgado em dezembro.

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