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Paperman

Linda animação produzida pela Disney que combina técnicas digitais com o tradicional desenho à mão. Dirigido por  John Kahrs, Paperman, foi indicado ao Oscar de melhor curta de animação. O desenho minimalista em preto e branco conta a história de um encontro casual entre dois jovens, em meados do século, na cidade de Nova Iorque.

Com uma história simples e bem construída, o filme conquista e emociona. Confira:

 

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Avaliação do curso “Tecnologias na Educação: ensinando e aprendendo com as TIC” – turma 2

Queridos professores,

Hoje, finalizamos o curso “Tecnologias na Educação: ensinando e prendendo com as TIC” e chegamos ao final de mais uma etapa de aprendizagem de integração das tecnologias da informação e da comunicação à prática pedagógica. Mais importantes do que os recursos explorados durante nossos encontros presenciais foram as reflexões que fizemos, as ideias que trocamos, as inquietações e dúvidas que nos perturbaram fazendo com que saíssemos da zona de conforto para enfrentarmos novos desafios.

Através dos blogs/portfólios construídos no curso pude acompanhar a aplicação das metodologias de Mapas Conceituais e WebQuests e testemunhar o empenho de cada um e o envolvimento dos alunos. É com grande satisfação que encerro este curso sabendo que uma pequena semente foi plantada e que será regada por cada um de vocês.

Deixo a cada um meu abraço e convido-os a utilizarem o sistema de comentário abaixo para uma avaliação do curso considerando aspectos como material de estudo, formato do curso, metodologia, recursos estudados, atividades realizadas na escola, reflexões sobre sua prática a partir do curso e o que mais desejarem acrescentar.

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Simpósio Hipertexto vai reunir mais de mil pesquisadores no Centro de Convenções da UFPE

Este ano, participarei como ouvinte da 4 edição do Simpósio Hipertexto que inicia no dia 13 de novembro. Já estou com o programa em mãos e a dificuldade, agora, é decidir o que acompanhar, pois são temas que me interessam, principalmente, aqueles relacionados à formação docente para o uso das TIC.

Segue abaixo matéria retirada do site do evento:

A 4ª edição do Simpósio Hipertexto e Tecnologias na Educação chega para mostrar que o hipertexto é um fenômeno que desconhece fronteiras tanto geográficas quanto disciplinares. O evento acontece entre os dias 13 e 15 de novembro no Centro de Convenções da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE). Com mais de mil participantes, de diferentes domínios das Ciências Humanas e Exatas, o Simpósio terá 5 conferências e 430 trabalhos distribuídos entre sessões de comunicação e pôsteres digitais, além de mesas-redondas, lançamentos de livros, exposições e a entrega do Prêmio Artes Digitais e Aplicativos Educacionais.

A abertura do Simpósio vai acontecer no dia 13/11, às 19h30. Nela será realizada conferência com o pesquisador João Mattar (UAM-Brasil e PUC-SP). Durante a palestra Parangolé x Batman, o especialista no desenvolvimento de técnicas para dinamizar redes sociais falará sobre como na “desestrutura” do ciberespaço podem ser planejadas estratégias educacionais afinadas com as demandas do século XXI.

No dia 14, às onze da manhã, a pesquisadora Lucia Santaella (PUC-SP), uma das maiores especialistas em Semiótica do país, vai refletir sobre como os conflitos e afinidades entre hipermídia e transmídia definem o atual perfil da comunicação, que coloca em interação Linguística, Informática e Biologia.

A conferência do francês Imad Saleh (Université Paris-8), no dia 14, às 16h30, vai tratar sobre como Ciências Humanas e Ciências Exatas reformulam suas fronteiras diante do desafio da interdisciplinaridade aplicada às redes sociais. Também vindo da França, Philipe Bootz (Université Paris-8) vai apresentar, no dia 15, às 11 da manhã, os resultados de suas pesquisas sobre a interação entre cálculo, tecnologia e sensibilidade na Literatura e nos demais processos de criação estética que utilizam como material a palavra.

Num contexto em que a Educação a Distância (EaD) se expande em ritmo acelerado, o especialista em Realidade Misturada, Romero Tori (USP), estuda como a sobreposição entre ambientes reais e ambientes virtuais está nos levando rumo à era da Educação Sem Distância. Este será o tema de sua conferência, proferida no dia 15, às 16h30.

Novas tendências – As pesquisas que serão apresentadas abordam temáticas que vão dos estudos da interatividade em blogs de moda e estética, passando pela adaptabilidade das redes sociais às pessoas com deficiência. É o caso da pesquisa do paraibano Leonardo da Silva Souza, que analisa como um software com recursos em Braille pode contribuir para a aprendizagem musical de cegos. Na mesma linha, pesquisadores da UFPB apresentarão o projeto Hawkings do Sertão, referente ao desenvolvimento de ferramentas de acessibilidade para portadores de necessidades especiais no Sertão nordestino.

Eu queria ter um Facebook, mas minha mãe não deixa eu mentir a idade. Com este título, a pesquisa de Helenice Ferreira, da UERJ, investiga os pressupostos éticos que orientam a conduta dos jovens nas redes sociais bem como os procedimentos de pesquisa relativos a este grupo social.

Já no campo das artes, o pesquisador Thiago Ramos (UFPE) falará sobre a possibilidade da Literatura ao vivo com auxílio das ferramentas do ciberespaço. O piauiense Juscelino Nascimento apresentará pesquisa sobre o novo perfil da linguagem bíblica ao ingressar em plataformas multimidiáticas.

Essas e muitas outras apresentações serão realizadas nas salas do Núcleo Integrado de Atividades de Ensino (Niate), prédio recém-inaugurado no campus da UFPE. As conferências e mesas-redondas do Simpósio acontecerão no Centro de Convenções da Universidade. A programação geral do 4º Simpósio Hipertexto pode ser acessada no link:http://www.hipertexto2012.com.br/programacao/caderno-de-programacao/

Realização
Núcleo de Estudos de Hipertexto e Tecnologia Educacional (NETHE/UFPE); Grupo Ciências Cognitivas e Tecnologia Educacional (CCTE/UFPE); Programa de Pós-Graduação em Letras (PPGL/UFPE); Programa de Pós-Graduação em Ciências da Computação (Cin/UFPE)

Apoio
Universidade Federal de Pernambuco (UFPE); Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES); Fundação de Amparo à Ciência e Tecnologia do Estado de Pernambuco (Facepe); Editora Universitária; Pipa Comunicação; Associação Brasileira de Estudos de Hipertexto e Tecnologia Educacional (Abehte); Redu – A Rede Social Educacional; Parábola Editorial; Editora Vozes; Rêspel Editora

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Finalizando o curso Tecnologias na Educação – turma 01 de 2012

Como é bom cumprir uma etapa, alcançar um objetivo, concluir um projeto, conquistar um sonho! 🙂
Estamos encerrando o curso do programa Proinfo Integrado “Tecnologias na Educação: ensinando e aprendendo com as TIC“. Foram 4 meses de muito estudo e muito trabalho. Para muitos professores foi a primeira experiência de curso na modalidade semi-presencial. O curso de 100h teve 9 encontros presenciais em que pudemos discutir  os vários temas propostos e também aprender novas ferramentas midiáticas para aplicar com os alunos. A seguir um breve resumo das principais atividades desenvolvidas.
No primeiro módulo “Tecnologia na Sociedade, na Vida e na Escola”, a partir da leitura e reflexão sobre os assuntos lidos, os primeiros textos em duplas foram produzidos e publicados no blog do curso. Como atividade prática uma pesquisa sobre as tecnologias utilizadas nas escolas traçou um panorama a respeito da atual existência e utilização das TIC nas unidades escolares. Para apresentar os resultados da pesquisa foi utilizada o primeiro recurso online: o Google Docs.
Também neste primeiro módulo iniciamos o estudo sobre Mapas Conceituais e WebQuests que foram aprofundados no módulo seguinte.
Além dos estudos a distância cada módulo teve também como atividade online a participação nos Fóruns de Discussão. Os fóruns ofereceram uma oportunidade a mais de troca de ideias e interação entre os cursistas.
No módulo 2 “Internet, Hipertexto e Hipermídia” estes conceitos foram estudados e também vivenciados. Os blogs/portfólios dos cursistas foram criados durante o encontro presencial e começaram a ser alimentados com os relatos de aplicação das atividades desenvolvidas nas escolas utilizando os Mapas Conceituais e as WebQuests. Estas metodologias permitiram aos professores exercitarem a autoria e o planejamento de atividades desafiadoras para seus alunos além de vivenciarem a aplicação da teoria em sala de aula. As impressões sobre estas experiências fazem parte dos registros nos portfólios.
Durante o terceiro módulo “Currículo, Projetos e Tecnologias” pudemos aprofundar a reflexão sobre práticas de integração de tecnologias ao currículo.  A partir da leitura do texto “Os desafios da linguagem do século XXI para a aprendizagem na escola” de Pedro Demo, os professores elaboraram um hipertexto e puderam expor suas ideias  através de palavras, imagens, vídeos, apresentações e hiperlinks.
O último módulo do curso “Prática Pedagógica e Mídias Digitais”  permitiu analisar e experimentar algumas possibilidades de incorporar esses meios ao trabalho pedagógico através da criação de jogos digitais e a produção de atividades online utilizando o formulário do Google Docs aliado a vídeos do YouTube.
No Fórum de Discussão os alunos analisaram o panorama de uso das mídias nas escolas e  discutiram a respeito de suas possibilidades como aliadas ao processo de ensino e aprendizagem.
Não posso deixar de ressaltar aqui o empenho e a dedicação dos professores que participaram ativamente do curso com muito comprometimento colocando em prática, na escola, alguns dos recursos estudados. Tenho certeza de que muito mais ainda será desenvolvido com os alunos a partir destas vivências. Mais importante do que o que foi realizado é o que ainda será desenvolvido. Como uma cortina que se abre, o curso revelou várias possibilidades de uso das mídias e tecnologias na educação, provocando a reflexão e a inquietação. Saber do que é possível fazer é o primero passo para que se queira fazer!
Deixo registrado aqui meu agradecimento à Secretaria de Educação que me permitiu a convivência e aprendizagem como tutora deste grupo de pessoas tão especiais, professores que querem e que sabem que podem fazer a diferença na vida de seus alunos.
Obrigada, professores, sentirei saudades de todos, mas continuarei acompanhando o belíssimo trabalho de vocês através dos seus portfólios:
Turma do matutino
Turma do vespertino
Como última atividade proponho uma avaliação dos professores cursistas utilizando o sistema de comentários considerando aspectos como: formato do curso, você como aluno de EAD, conteúdos teóricos e organização modular, atividades a distância, encontros presenciais, aplicação prática com os alunos, conhecimentos construídos, dificuldades encontradas, obstáculos vencidos, atuação da tutoria, material do curso e o ambiente EAD.
Um grande abraço e obrigada a todos pela companhia durante estes quatro meses. Sucesso!

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Formação de professores e as TIC – entrevista

Primeira parte da entrvista para o Conexão Zuggi. http://conexaozuggi.com.br/

BY  EQUIPE_ZUGGI

 – MARCH 29, 2012


No “Zuggi Entrevista” de hoje conversamos com Gládis Leal dos Santos – Supervisora de Tecnologias na Educação da Secretaria Municipal de Educação de Joinville, Tutora de cursos EAD. Nesta primeira parte, Gládis nos fala sobre o papel ativo na formação dos professores, as principais dificuldades e se a tecnologia pode mudar o modelo atual. Confiram abaixo:

   

1- Sabemos que você tem um papel ativo na formação de professores em tecnologia educacional. Você acredita que houve ou precisa haver uma mudança no papel do professor nesta Era da Tecnologia?

As mudanças ou avanços potencializados pelas novas tecnologias em todos os setores da sociedade são claramente visíveis. Estão presentes em nosso dia-a-dia quando utilizamos um caixa eletrônico, quando vamos às compras e pagamos com o cartão de crédito, no supermercado, no posto de gasolina, nos celulares cada vez mais avançados, na forma como nos relacionamos com as pessoas através das redes sociais, na rapidez com que as notícias de todos os cantos do mundo chegam até nós praticamente em tempo real através de vídeos feitos com celulares pelos cidadãos comuns, testemunhas oculares de eventos naturais, políticos, religiosos e tantos outros.
Se tudo a nossa volta está em constante transformação assim como o modo como as pessoas, hoje, interagem utilizando as mais diversas tecnologias, não é possível que a escola e o professor ignorem esta realidade. De certa forma, corremos o risco de vermos nossas escolas marginalizadas se insistirem em repetir apenas o modelo industrial de transmissão de conteúdos, enquanto nos locais de trabalho, nas comunidades, em casa e em todas as partes, as pessoas utilizam as modernas tecnologias de informação e comunicação que vão rapidamente abrangendo todas as camadas sociais.
É preciso que nós, professores, repensemos nosso papel diante de tantas e tão rápidas transformações. As crianças, hoje, não têm mais no professor a única fonte de conhecimento e o modo como aprendem também não é mais o mesmo. A tecnologia pode fornecer acesso a outras fontes que vão além da sala de aula e dos livros didáticos. O modelo professor-ensina/aluno-aprende (?) memoriza e repete, já não faz sentido para esta geração que interage através da rede. Estes alunos devem ser desafiados e estimulados a construírem novos conhecimentos tendo o professor como orientador, aquele que indica o caminho, que questiona, instiga e ajuda os alunos a descobrirem novas possibilidades, a formularem novas questões de interesse a respeito de um assunto proposto inicialmente.
Isto não significa que o papel do professor tenha de mudar radicalmente. Professor sempre será professor, sempre terá seu lugar na vida do aluno. E ele pode se tornar um facilitador da aprendizagem incorporando a sua prática pedagógica diversas estratégias e recursos tecnológicos que auxiliem a aprendizagem dos alunos, alternando com momentos em que trabalhará os conteúdos de forma “tradicional”. Não podemos radicalizar e achar que o ideal é que tudo parta do interesse do aluno e que o uso das TIC garantirá a efetiva aprendizagem. É importante saber equilibrar o uso dos recursos mais adequados a cada situação e a escolha da metodologia a ser utilizada é de competência do professor.
Tudo na vida se transforma e se adequa às necessidades e ao momento histórico. O mesmo está acontecendo com o papel do professor.

2 – Quais são as principais dificuldades dos professores com a utilização das TICs em sala de aula? E como você acredita que elas poderiam ser solucionadas?

Durante os nove anos em que trabalhei como professora de Sala de Informática Pedagógica e, nos últimos três anos, como formadora, tenho constatado claramente que a grande dificuldade é falta de habilidade no uso das TIC e, consequentemente, o desconhecimento de suas potencialidades como aliadas ao processo de ensino e de aprendizagem. Um professor que não tem uma conta de e-mail ou que não acessa a internet para uso pessoal, não percebe as possibilidades pedagógicas destes recursos. Vejamos um exemplo bem simples: se o professor pedir que os alunos lhe enviem por e-mail um texto produzido em sala, digitado num editor de texto e ilustrado com fotos tiradas com os celulares sobre um passeio de estudo para publicar no blog da turma, o envolvimento dos alunos será naturalmente maior do que se o mesmo trabalho for solicitado por escrito, numa folha de papel almaço, ilustrado a mão ou com figuras recortadas de uma revista. Há uma diferença entre produzir seu próprio material: fotografar, filmar, gravar, entrevistar, digitar, editar e socializar ou apenas reproduzir o que já está pronto e entregar ao professor para avaliação.
Se a formação dos professores continuar a prepará-los como sempre fez, sem levar em conta que as tecnologias fazem parte da vida e, portanto, precisam fazer parte da escola, os professores chegarão às escolas despreparados para lidar com esta realidade. É preciso prepara-los de forma diferente para que pensem em como proporcionar aos alunos uma aprendizagem em rede, extrapolando os limites da sala de aula. As TIC abrem as portas para o mundo, permitindo aos alunos o acesso a bibliotecas, a estudantes e professores de qualquer lugar do planeta com os quais podem desenvolver projetos em parceria.
Por outro lado, os cursos de formação continuada docente têm sido cada vez mais, ofertados pelas instituições públicas e particulares aos professores numa tentativa de suprir as deficiências de sua formação inicial. Estes cursos são importantes, os professores sentem-se mais valorizados, trocam experiências, aprendem e voltam à escola com novas ideias e mais seguros para utilizar as TIC.
Mas isso só não basta. Não adianta oferecer cursos e mais cursos a professores que são mal remunerados e que, para receber um salário razoável, ministram 40 a 60h/aula semanais. Estudo e atualização constante também devem partir da iniciativa do professor, mas exigem tempo, dedicação e condições de trabalho apropriadas.

3- Você acredita que a tecnologia pode ou deve mudar o modelo de escola atual?

Acho que já está acontecendo uma evolução natural e gradativa no modelo de escola atual e as tecnologias têm um papel importante como aceleradoras desse processo. Mudar o que já está estabelecido não é tarefa fácil e nem acontecerá de uma hora para outra. Não basta equipar as escolas com os recursos tecnológicos mais avançados sem investir em formação docente e nem repensar a organização curricular, temporal e espacial da escola. Através de sua integração em todos os currículos é que o potencial das TIC será efetivamente aproveitado, favorecendo as mudanças necessárias nos diversos níveis de ensino.

Fiquem ligados,  nas próximas semanas postaremos a Parte 2 da entrevista.

Um abraço.

Fonte: http://conexaozuggi.com.br/?p=1972

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Crie um infográfico sobre sua presença no Facebook

Com o http://visual.ly você cria rapidamente um infográfico como este a partir de sua conta no Facebook. Também é possível fazer o mesmo usando a conta do Twitter.

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15/03/2012 · 9:42 PM

Tudo o que você precisa saber sobre o que aconteceu na #CPBR5 – por YOUPIX

Ainda sob efeito da #Educaparty e Campus Party #cpbr5 compartilho aqui uma notícia que me deixou bastante surpresa e feliz. Um de meus twittes do primeiro dia, durante o encontro vip que tivemos com o professor indiano Sugata Mitra, está entre as frases de efeito, destacadas pelo Youpix num resumão sobre a Campus Party.

@gladislsantos: O professor não precisa usar o Facebook para ensinar, mas pode usar para provocar seus alunos.

A frase, na verdade, não é minha e sim de Sugata Mitra quando questionado a respeito do uso das redes sociais na educação.  Ele também falou que os jovens preferem que seus professores não invadam suas redes .  Concordo que a escola não precisa fazer uso de cada novidade que aparece para se dizer antenada, moderna. O mais importante é o método, não o meio.

De nada adianta repetir um modelo tradicional de transmissão de conteúdos, usando, por exemplo,  o Facebook. Já vi isso acontecer no Orkut. Aí, os alunos vão correr mesmo. Eles querem usar as redes para se comunicar, compartilhar e se divertir.  Pensando assim, é possível, sim, utilizar o Facebook, o Twitter e o que mais surgir por aí com os alunos elaborando boas perguntas e desafios que os instiguem a pensar, pesquisar, colaborar e construir conhecimento em rede.

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