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Tudo o que você precisa saber sobre o que aconteceu na #CPBR5 – por YOUPIX

Ainda sob efeito da #Educaparty e Campus Party #cpbr5 compartilho aqui uma notícia que me deixou bastante surpresa e feliz. Um de meus twittes do primeiro dia, durante o encontro vip que tivemos com o professor indiano Sugata Mitra, está entre as frases de efeito, destacadas pelo Youpix num resumão sobre a Campus Party.

@gladislsantos: O professor não precisa usar o Facebook para ensinar, mas pode usar para provocar seus alunos.

A frase, na verdade, não é minha e sim de Sugata Mitra quando questionado a respeito do uso das redes sociais na educação.  Ele também falou que os jovens preferem que seus professores não invadam suas redes .  Concordo que a escola não precisa fazer uso de cada novidade que aparece para se dizer antenada, moderna. O mais importante é o método, não o meio.

De nada adianta repetir um modelo tradicional de transmissão de conteúdos, usando, por exemplo,  o Facebook. Já vi isso acontecer no Orkut. Aí, os alunos vão correr mesmo. Eles querem usar as redes para se comunicar, compartilhar e se divertir.  Pensando assim, é possível, sim, utilizar o Facebook, o Twitter e o que mais surgir por aí com os alunos elaborando boas perguntas e desafios que os instiguem a pensar, pesquisar, colaborar e construir conhecimento em rede.

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Internet na escola

A Internet na escola tem sua primeira utilização como fonte de pesquisa, mas as redes de comunicação estão mudando este paradigma e novos ambientes surgem, modificando e ampliando o processo de ensino aprendizagem deixando de ser apenas repositório de informação, potencializando as relações sociais, a comunicação e a colaboração, permitindo a autoria e co-autoria por alunos e professores, a troca de informação e o desenvolvimento da autonomia.
Os chamados softwares sociais como os blogs, wikis, editores de textos on line, podcasts, sites onde se pode publicar e compartilhar vídeos e imagens são exemplos destes aplicativos disponibilizados gratuitamente e que, a princípio, não foram concebidos para uso pedagógico, mas que podem ser utilizados pelos professores em projetos escolares.

Graças à Internet, o acesso à informação e à comunicação ocorrem de maneira rápida e custo cada vez mais baixo. Os jovens de hoje estão mais atualizados, informados e interessados nos avanços tecnológicos. A escola não pode ficar à margem desta realidade, repetindo apenas os modelos tradicionais de transmissão de conteúdos. Os trabalhos colaborativos em ambientes virtuais podem tornar o processo educacional mais dinâmico e eficaz, possibilitando ao aluno traçar seu próprio caminho de aprendizagem através da interação com estudantes de outras localidades, uma vez que sua produção está à disposição de todos, acessível a qualquer momento e em qualquer parte do planeta.

 

fonte da imagem: http://visualrevenue.com

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Aprenda a ter uma boa reputação na web

Nos dias atuais a busca por um emprego não se limita apenas ao currículo de uma pessoa. Sistemas de busca e redes sociais ampliaram as formas como um empregador pode saber mais sobre seu futuro empregado. É exatamente por isto que é muito importante ter um histórico limpo e rico na web. O site Marketing Pilgrim fez uma lista de dicas para você ter uma boa reputação na Internet.

1) Tenha seu próprio site
Mesmo que seja de provedores que dêem espaço gratuito, tenha um site próprio. O melhor mesmo é comprar um domínio com seu nome ou o da sua empresa. É uma ótima forma de ter seu nome lista entre os 10 primeiros em sites de busca.

2) Faça um blog
Se você cuidar bem do seu blog, ele vai ser uma ótima forma de analisar sua reputação em termos de gerenciamento. Mas o legal de ter um blog é que ele normalmente aparece bem em sites de busca mesmo se esquecido. Existem vários sites online que oferecem gratuitamente espaço para blogs. Não esqueça de mencionar seu nome, para que seja encontrado em sites de busca.

3) Tenha subdomínios
Se você se esforçou bastante para manter seu site, existem boas chances de criar subdomínios. Crie o fotos.meusite.com.br ou o video.meusite.com.br. Existem dezenas de razões para ter subdomínios e eles são ótimos para a organização do site.

4) Faça perfis em redes sociais
Perfis em redes sociais podem ser uma boa forma de um cliente ou empregador saber quem você. Use seu nome real, apelidos atrapalharão na sua localização. Várias redes listam o seu perfil em sites de busca.

5) Crie uma rede social
Se perfis em redes sociais já dão uma boa reputação, imagina ter uma rede inteira. Existem sites, como o Ning.com, onde é possível criar uma rede social própria e customizada por um baixo custo.

6) Crie um perfil profissional
Sites com perfis profissionais, como o LinkedIn, são muito importantes. Nestes tipos de site você detalha sua experiência profissional e mostra seus contatos e sua relação com eles.

7) Compartilhe suas fotos
Utilize fotologs que sejam listados em sites de busca. Publique suas fotos, imagens de sua empresa, logotipos, exemplos de trabalho, mas sempre citando seu nome. Faça comentários explicativos e espere os frutos.

8) Preserve sua identidade
Existem sites que linkam o seu nome ao que é seu, como o Naymz.com. Ele impede que você seja confundido com outras pessoas o mesmo nome, além de agrupar perfis em vários sites.

9) Crie seu próprio Wiki
Se você está enfrentando problemas de reputação na rede, pode ser uma boa idéia criar um sistema de Wiki. Fazer um perfil na Wikipedia e se descrever não é uma boa porque eles são rígidos, e se você tentar encobrir coisas erradas que fez, vai acabar aparecendo no perfil. O site wetpaint.com ajuda na criação de Wikis.

Com estas dicas é possível fazer uma boa reputação em sites de busca e, quem sabe, conseguir um bom emprego ou contrato com algum cliente.

Redação Terra: http://tecnologia.terra.com.br/interna/0,,OI2043212-EI4804,00.html

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